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A mãe invasiva e centralizadora: Parece querer ganhar o título de Mãe do Ano. Dá entender que deixou a vida de lado para cuidar da cria. Quer que todos reconheçam, não só a filha, como toda a família e os amigos. A filha deve reconhecer e valorizar seus esforços.
Resultado: A filha tem medo de se entregar a um relacionamento ou procura ser controlada e/ou aprovada, porque se sente sufocada pela mãe.
A mãe ausente: A filha tem sentimentos de abandono, que a tornam carentes nos relacionamentos ou fora deles.
Resultado: A filha tem sentimentos de abandono, que a tornam carentes nos relacionamentos ou fora deles.
A mãe altamente crítica: A filha aprendeu que sua baixa auto-estima, resultante das constantes críticas da mãe, faz com que ela se envolva com um homem crítico ou mais fraco do que ela.
Resultado: A filha aprendeu que sua baixa auto-estima, resultante das constantes críticas da mãe, faz com que ela se envolva com um homem crítico ou mais fraco do que ela.
A mãe "bonequinha indefesa": A filha se envolve em relacionamentos em que se sente indefesa ou cuida daqueles que são indefesos.
Resultado: A filha se envolve em relacionamentos em que se sente indefesa ou cuida daqueles que são indefesos.
A mãe melodramática: [erro de edição na publicação de O Globo, esperando correção ]
Resultado: A filha se entrega aos parceiros muito depressa e/ou escolhe homens emocionalmente inacessíveis.
* Trechos do livro "Putz! Virei a minha mãe!", de Sandra Reishus, da Editora Carpe Diem.
Fonte:
http://oglobo.globo.com/especiais/vivermelhor/mat/247094455.asp
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