27 dezembro, 2010

Em busca da pedra perdida



01de agosto de 2007 - aula de metereoritos

the three scientists  - Os três cientistasA aula com os três cientistas ao lado na foto, sobre geologia e metereoritos. Foi no Museu Mineiro de Mineralogia, que fica na Praça da Liberdade, Belo Horizonte, Minas Gerais.

Naquela época o professor Rui Luis, o do centro, indicou-me um lugar aqui em Belo Horizonte onde podériamos ver fósseis incrustados numa pedra de granito. Esta estava colada a parede de um prédio. Como isto foi há alguns anos, não me lembrava mais o lugar com certeza. As referências que lembrava eram que estavam na fachada de um banco e talvez na Rua Espírito Santo, não lembrava do número.


23 de novembro de 2010, a procura da pedra.


Começou minha "aventura" em pleno centro da cidade procurando fósseis...
Na frente de um dos Bancos que parei para verificar, ao me ver a procurar alguma coisa, o engraxate muito gentilmente me perguntou o que eu procurava. Prontamente eu respondi, e disse que procurava fósseis numa das paredes. Não haveria como ele entender de pronto o que eu lhe havia dito, e tentando ser mais gentil, ele me apontou para a agência do Banco do Brasil, do outro lado da rua, e disse:   Lá tem muita exposição".

Achei graça comigo mesmo com o mal entendido que eu mesmo provoquei. Disse que o que estava procurando era "fora do Banco" e não "dentro". Agradeci sua gentileza e me pus novamente a procurar os "fósseis" e que positivamente estes não estavam em nenhuma exposição num lugar específico, mas num sentido estrito da palavra, realmente mais amplo. Certamente os fósseis estavam a exposição há muitos anos, sem que muitos soubessem, principalmente os transeuntes.




Paleontologia

  • Acima a pedra com os fósseis que "encontrei" depois de uma procura insólita no centro de Belo Horizonte. Foto feita em 23/10/20010.


Paleontologia





























  • Para apreciar a exposição de fósseis que deve ter o título de mais longa do Brasil, se não do mundo, está situada na Rua Espírito Santo, 527, no centro de Belo Horizonte. 

26 dezembro, 2010

Arte em Foco, Ismail Xavier e Marília Rocha

Tive o prazer de conhecer o professor Ismail Xavier no Arte em Foco, onde ele deu uma aula de montagem vertical no cinema. Fiquei impressionado com a tamanha simplicidade de sua pessoa e da sua capacidade de transmitir aos alunos os conceitos da linguagem do cinema. Foram 3 dias muito proveitosos na primeira palestra nas novas instalações do Arte em Foco, na Funarte. Esta foi inaugurada em 25 de novembro de 2010.

Espero que continuem a proposta naquelas instalações e que sempre mantenham as verbas para tal empreendimento aqui em Belo Horizonte, já que nem sempre podemos contar com palestrantes como Rio e São Paulo.  É uma chance de receber novos pensamentos e conhecer gente interessada em transmitir o que sabe e aprender também com os ouvintes.

Uma dica para os leitores deste blog, um documentário que passa numa TV Educativa pelo satélite, uma TV aberta, se não me engano é TV Escola. O nome do documentário: Como a arte mudou o mundo, documentário da BBC. Nele mostra a força da imagem e do som, principalmente este último. Vale ressaltar um dos focos da questão: a civilização romana deixou marcas nos últimos 2 mil anos em nossa história ocidental, mas o que o cientista mostra naquele documentário são os aborígines da Austrália, que conseguiram passar uma mensagem por meios visuais e sonoros para seus descendentes, e isto há pelo menos 40000 anos... Muito antes e há mais tempo que a civilização helênica ou os próprios romanos.



Baixar a apostila por aqui:


A imagem se desvanece...

Tal como foi fabricado a imagem messiânica, barbudo, cabelos desgrenhados, pobre, humilde... Agora a nova imagem de Tiradentes, ou Joaquim José da Silva Xavier, sem barba, cabelos aparados, com o chapéu de alferes também está se desfazendo, não literalmente, mas apenas nesta parede. Tiradentes é o símbolo da nossa melhor polícia militar do Brasil, a PMMG.

Tomara que esta imagem também não se perca, já que a que está diante do batalhão de Operações Especiais da PM está se desvanecendo, precisando de um retoque.

Lembrando que o alferes Tiradentes, em valor de hoje, teria em um patrimônio avaliado em 600 kilos de ouro (documentos atestam esta afirmação). Realmente ele não era pobre e não tinha barba ao ser enforcado.