Este é o lugar onde eu escrevo o que realmente penso e sinto, pois eu nunca mais vou dizer o que realmente penso e sinto.
05 junho, 2009
05 maio, 2009
08 abril, 2009
06 abril, 2009
01 abril, 2009
Metro Trip
Peguei com meu clic o olhar de deslumbramento de minha filhinha ao passear comigo no metro de Belo Horizonte.
31 março, 2009
Animal Bandolim
Hamilton de Holanda no bandolim, numa apresentação na Praça da Liberdade, Belo Horizonte.
Praça da Liberdade
Praça da Liberdade, Belo Horizonte. A garota posava para um fotógrafo e eu aproveitei a deixa. Estava com minha lente de 300 mm, que corresponde a uma 450 mm na máquina digital. Como o ajuste da câmara estava num tempo baixo, o movimento do guarda-chuva, fez com que ele aparentemente ficasse 'dentro' das gotas d'água
Caxambu
Uma imagem recorrente de Caxambu que guardava desde minha infância, finalmente eu fiz a foto!
Musicalmente esta imagem me faz lembrar daquela música que tem a letra: "Naquela mesa está faltando ele, e a saudade dele está doendo em mim..."
Lyrics of 'Travessia' / Bridges
Esta peça de vidro com a letra da música "Travessia" de Milton Nascimento e Fernando Brant foi quebrada e até hoje não foi substituída. Parece que a depredação não se deu somente na quebra do vidro mas também se concretizou quando não foi substituida. Afinal para que então ela foi posta lá? Como um símbolo perene de nossa travessia?
25 março, 2009
04 fevereiro, 2009
Maria Eduarda e eu no brinquedo Vicking
06 fevereiro, 2008
Um país Etílico
Identifiquei-me com o atendente do bar, e ele me disse que ele é que havia feito o desenho. Expliquei-lhe sobre o problema do uso de imagens que usam ícones que as criancas gostam, como por exemplo: tartarugas, coelhinhos, cachorrinhos, siris, personagens de historias, etc. Que este tipo de propaganda já foi objeto de discussão no órgão auto-regulador de propaganda, se não me falho a memória, o CONAR.
Veja você mesmo a imagem abaixo:
Foto : Haroldo Kennedy.
Quando avistarem tais procedimentos, favor, pela próxima geração que virá aí, não consuma ou reclame para o comerciante, ou até mesmo para o fabricante!
14 fevereiro, 2007
Mito, o grande inimigo
The great enemy of the truth is very often not the lie
-- deliberate, contrived, and dishonest -- but the myth ... persistent,
persuasive, and unrealistic. Too often, we hold fast to the cliches of our
forebears. We subject all facts to a prefabricated set of interpretations. We
enjoy the comfort of opinion without the discomfort of thought.
John F. Kennedy
07 fevereiro, 2007
O vício e o altruísmo
Fiz uma historinha abaixo com as duas informações acima, ao mesmo tempo é uma crítica para os cientistas e aos fumantes.
Cientistas descobrem parte do cérebro ligada ao vício
Cientistas americanos disseram que a identificação de uma zona no cérebro que está relacionada à vontade de fumar e outro vícios pode resultar no desenvolvimento de uma cura 'cirúrgica' para dependências nocivas à saúde.
Fonte: ttp://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/01/070126_fumo_ac.shtml
Cientistas descobrem parte 'altruísta' do cérebro
Cientistas disseram ter encontrado a parte do cérebro que determina se uma pessoa será mais egoísta ou altruísta.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2007/01/070122_cerebro_altruismo_crg.shtml
A estorinha:
Um sujeito decidiu parar de fumar assim que seu primeiro filho nasceu.
Ele pensou:
Fumando 5 maços por dia, não chegarei a ver meu filho crescer! Vou ter que parar de fumar.
Lembrou também que apesar de comprar os 5 maços de cigarro, não chegava a realmente fumar todos, já que no seu serviço, muitos colegas pediam um cigarro e ele nunca negava, até mesmo para desconhecidos na rua. Mas estava decidido. Iria mesmo por fim ao seu ato mais incontrolável. Para ter certeza que seu objetivo iria ser alcançado, submeteu-se a cirurgia de desligamento da área de seu cérebro que o estimula ao impulso incontrolável da dependência da nicotina.
Hoje seu filho tem 10 anos, já vai sozinho para a escola, é uma criança bonita e saudável. O que aconteceu com o pai dela? Seus amigos de serviço que lhe pediam aquele cigarrinho de graça estão muito chateados! Vocês acham que eles gostaram da cirurgia no colega? Nem pense nisso! Agora eles o acham o sujeito mais egoísta do serviço! Ele continua comprando os seus 5 maços de cigarro e diferentemente do que acontecia ANTES da operação, por alguma razão não conhecida pelos seus colegas, hoje ele NEGA veementemente a dar algum cigarro para quem quer que seja!
Lá no hospital disseram que desligaram a parte do cérebro que estimulava o seu altruísmo ao invés de desconectar a área do vício da nicotina. Mas eles ainda tem uma dúvida: será que elas tem uma interligação?
Moral da estória:
"Para cada solução aparente, sempre teremos novos problemas para resolver."
ou menos filosoficamente falando:
"O que não tem remédio, remediado está."
Haroldo Kennedy
27 setembro, 2006
Presos 16 suspeitos de pedofilia no interior de Minas
Plantão Publicada em 27/09/2006 às 09h29m
Globonews TV
RIO - Foram presos 16 suspeitos de pedofilia em Caxambu, no interior de Minas Gerais. Entre eles estão três ex-vereadores da cidade. O inquérito que apura o caso foi aberto em fevereiro de 2004, após uma mulher que não quis se identificar ter denunciado ao Ministério Público que o grupo de homens praticava sexo com meninas entre 12 e 14 anos.
Dois homens passaram mal no momento da prisão e foram levados para o hospital. Quatro pessoas estão presas na cadeia de Caxambu. Por falta de espaço nas celas, outras dez foram levadas para a cadeia da cidade vizinha. Entre os que tiveram a prisão preventiva decretada estão comerciantes, profissionais autônomos e aposentados. Eles respondem a processo por vários crimes, como estupro e atentado violento ao pudor.
Segundo o policial militar que faz a segurança da cadeia de Caxambu, a mãe de três menores que teriam sido vítimas de pedofilia também está presa. Ela é suspeita de facilitar o crime. A prisão aconteceu durante uma audiência no fórum da cidade. As meninas contaram que faziam programa em troca de dinheiro e comida. Elas disseram ainda que os encontros aconteciam debaixo de um viaduto e que depois eram levadas para um motel. Na época em que as investigações foram iniciadas, a mãe das três garotas negou a acusação de favorecer a prostituição das filhas.
As penas podem variar de seis a dez anos de prisão.
Fonte:
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2006/09/27/285855450.asp
31 maio, 2006
Programa do Brasil para Aids 'é insustentável'
Em entrevista à BBC Brasil, Grangeiro disse que o Brasil gastou cerca de R$ 6 mil por paciente beneficiado pelo programa em 2005, valor que, segundo ele, só poderá ser mantido às custas de outros programas de Saúde.
"Manter a atual política de anti-retrovirais significa comprometer os tratamentos de outros programas (do Ministério da Saúde), o que já aconteceu em 2005", disse o especialista, que esteve à frente do programa nacional de combate à doença.
O Brasil é elogiado em um relatório do Unaids (programa da ONU para a Aids) divulgado nesta terça-feira.
Clique aqui para ler mais sobre o relatório da Unaids
Grangeiro baseia a sua conclusão em um estudo assinado por ele e outros especialistas, incluindo outro ex-diretor do programa brasileiro para a Aids, Paulo Teixeira, em que analisaram a resposta nacional à doença entre os anos de 2001 e 2005.
Já publicado na Revista de Saúde Pública, o estudo será discutido na Conferência sobre a Aids que começa nesta quarta-feira em Nova York, e deverá servir de base a uma das proposições da declaração final do evento.
"A tendência de aumento da proporção do PIB e das despesas federais com saúde destinadas à aquisição de anti-retrovirais demonstra que a sustentabilidade da política de acesso aos medicamentos será garantida apenas se o país crescer a uma taxa anual de 6%, cenário que se mostra pouco provável", diz o artigo.
Os cenários traçados pelos especialistas foram baseados em estimativas de crescimento de 2% a 4%.
Segundo Grangeiro, se decidir não comprometer o orçamento da Saúde em detrimento de outras doenças, o Brasil vai ter que escolher entre diminuir a qualidade do tratamento atualmente dispensado aos soropositivos - com remédios que garantem menor sobrevida, por exemplo - ou atacar as causas do aumento dos preços dos remédios.
Embora ressalte que o custo vem aumentando também por causa do maior número de pessoas em tratamento, Grangeiro avalia que o aumento se deve ao principalmente ao descrédito da indústria nacional de genéricos, que deixou de fabricar medicamentos importantes e deixou de ser uma ameaça para os grandes laboratórios em relação à quebra de patentes.
"Até 2003, havia a percepção de que a indústria (pública) nacional tinha capacidade técnica de produzir drogas patenteadas. Desde 2004, a indústria nacional está desacreditada", afirma Grangeiro.
Para o especialista, o descrédito é "gerencial e político", já que os laboratórios públicos têm capacidade técnica para fabricar "qualquer medicamento".
Ele argumenta que a quebra da patente é a medida de última instância, mas a fabricação dos genéricos é um instrumento importante não só para o avanço da pesquisa científica como para aumentar o poder de negociação do governo brasileiro junto aos laboratórios.
Segundo Grangeiro, existe uma expectativa de órgãos ligados ao combate à Aids de que o Brasil quebra uma patente e reassuma a liderança na questão. "Existe até uma frustração internacional de que o Brasil ainda não tenha quebrado uma patente".
O Brasil ameaçou quebrar patentes de medicamentos anti-terovirais em diversas situações, mas acabou chegando a um acordo com os laboratórios detentores em todos os casos.
A quebra da patente é considerada legal em situações de emergência de saúde pública.
Embora avalie que o encarecimento do programa brasileiro põe em risco os bons resultados atingidos, Grangeiro compartilha da avaliação positiva feita no relatório da Unaids divulgado nesta terça-feira.
"A resposta do Brasil à Aids continua a ser louvável. A prevalência nacional do HIV era 0,5% em 2005, infecções de HIV relacionadas ao uso injetável de droga estão em queda em diversas cidades e o acesso ao tratamento é amplamente difundido. Cerca de 170 mil dos 209 mil brasileiros precisando de terapia retroviral estavam recebendo-a em 2005, incluindo 30 mil usuários de drogas injetáveis."
O relatório destaca ainda como motivo de preocupação estatísticas do Ministério da Saúde indicando que um terço dos jovens entre 15-24 anos se tornam sexualmente ativos antes dos 15 anos. "Essas tendências reforçam a necessidade de sustentar e ajustar esforços de prevenção".
Como em outros países, no Brasil a ONU chama a atenção para o fato de que as mulheres continuam a ser afetadas do que homens pela doença.
Fonte:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/05/060530_aidsbrasilvalecg.shtml
30 maio, 2006
SP reduziu força policial nos "anos PCC"
LUÍSA BRITO
da Folha de S.Paulo
Enquanto a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) ampliou o seu poder por todo o Estado de São Paulo nos últimos 11 anos, o número de policiais, civis e militares, foi reduzido. Em 1995, eram 352 policiais para cada 100 mil habitantes. Agora, a proporção caiu para 309/100 mil.
Em números absolutos, as forças de segurança do Estado passaram de 121.312 policiais civis e militares em 1995 (dois anos após a criação do PCC), na gestão do tucano Mário Covas (morto em 2001), para 127.073 no governo Geraldo Alckmin/ Cláudio Lembo. Em relação ao aumento populacional, houve redução de 12%. No período, a população estimada, segundo o IBGE, subiu de 34.443.979 para 41.053.671 habitantes.
O efeito dessa queda é sentido nas ruas e, principalmente, nos setores de inteligência e de investigação da polícia paulista.
Segundo um delegado que não quis se identificar, devido à grande carga de trabalho, os investigadores não conseguem fazer todas as investigações necessárias, o que atrapalha a elucidação de todo o tipo de crime.
Em relação ao efetivo da Polícia Militar, as queixas são parecidas. "Com a falta de pessoal, alguns policiais trabalham sozinhos num carro e outros têm a folga prejudicada e trabalham", afirma o cabo Wilson Morais, presidente da Associação de Cabos e Soldados da PM.
A assessoria de imprensa da SSP (Secretaria da Segurança Pública) afirma que o número de policiais no Estado é suficiente e que a criminalidade caiu.
Entre 1996 e 2005, apesar de alguns tipos de crime terem caído, como o homicídio doloso (30%) e o latrocínio (30,5%), algumas ocorrências cresceram. A quantidade de seqüestros, por exemplo, passou de 12 para 133 ao ano e a de roubo cresceu 81,7% --subiu de 123,4 mil para 224,3 mil.
Mais inteligência
Para especialistas em segurança pública, o número de policiais em São Paulo é suficiente, mas falta organização do efetivo e investimentos em serviços de inteligência policial.
"O investimento [em funcionários] é adequado. O problema é o resultado. Tem que definir os objetivos da polícia, monitorar e avaliar a qualidade do trabalho", diz Paulo de Mesquita Neto, pesquisador da USP.
Para o coronel José Vicente da Silva Filho, especialista em segurança, é necessário racionalidade na distribuição dos recursos e melhor gerenciamento do efetivo.
Para o vice-presidente do Ibccrim (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais), Sérgio Mazina, a redução no número de policiais per capita é preocupante, mas investir na melhoria do serviço é mais urgente.
Não há um mínimo recomendado de policiais por habitantes, segundo os especialistas, pois isso varia muito de acordo com cada região.
O número per capita de policiais em São Paulo é semelhante ao do Rio de Janeiro. Já em Buenos Aires, por exemplo, são 1.172 policiais por 100 mil habitantes, segundo dados do Ministério do Interior argentino. Em Bogotá, o índice é bem inferior: 172/100 mil habitantes.
Colaborou SIMONE HARNIK, da Folha de S.Paulo
Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u122177.shtml